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Perda gestacional: sinais e apoio

O ACOG diz que, em quase todos os casos, a perda gestacional não é culpa da mulher.[1]

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Fontes desta página: ACOG; NICHD; NHS; MedlinePlus; Ministério da Saúde; CVV

Esta página reúne o que dizem as organizações de saúde. Não é orientação médica. É uma informação geral. Converse com seu médico, sua enfermeira obstetra ou parteira, ou o pediatra sobre o seu caso.

Em uma emergência no Brasil, ligue 192 (SAMU). Nos Estados Unidos, ligue 911.

O que é

O NICHD diz que a perda da gravidez antes de 20 semanas tem vários nomes, como aborto espontâneo, perda gestacional precoce e abortamento espontâneo.[2]

As fontes diferem

As fontes usam limites de semanas diferentes:[2][1][3]

  • O NICHD diz que a perda depois de 20 semanas se chama óbito fetal.[2]
  • O ACOG chama de perda gestacional precoce a que acontece antes de 13 semanas completas.[1]
  • O NHS diz que a perda antes de 24 semanas se chama aborto espontâneo, e depois disso óbito fetal.[3]

O ACOG diz que a perda precoce acontece em cerca de 10 de cada 100 gestações conhecidas, e que cerca de metade é causada por um número anormal de cromossomos.[1]

Não é culpa sua

O ACOG diz que trabalho, exercício, estresse, brigas, relações sexuais, ter tomado pílula anticoncepcional no passado e enjoo não causam a perda gestacional.[1]

O ACOG diz que a maioria das mulheres que tem uma perda gestacional depois tem gestações bem-sucedidas.[1]

Sinais

A MedlinePlus lista estes sinais:[4]

  • escape de sangue ou sangramento;[4]
  • corrimento escuro;[4]
  • saída repentina de líquido ou de tecido;[4]
  • cólicas ou dor na parte baixa das costas.[4]

A MedlinePlus diz que algumas pessoas têm escapes de sangue no início da gravidez e não perdem o bebê, mas que qualquer sangramento é motivo para procurar um profissional.[4]

Quando ligar

O ACOG orienta ligar para seu profissional se houver escape ou sangramento, saída de líquido ou de tecido, e ligar imediatamente se houver sangramento forte ou cólica como de menstruação.[1]

Depois de uma perda, o ACOG orienta ligar imediatamente se houver sangramento forte, que ele descreve como encharcar mais de dois absorventes grandes por hora por mais de 2 horas seguidas, ou se houver febre, calafrios ou dor forte.[1]

O Ministério da Saúde diz que o SAMU 192 é gratuito e funciona 24 horas por dia, todos os dias.[5]

Apoio

O ACOG cita o Share Pregnancy and Infant Loss Support como um grupo de apoio nos Estados Unidos.[1]

O CVV diz que oferece apoio emocional gratuito pelo telefone 188, 24 horas por dia.[6]

Perguntas frequentes

Eu causei a perda?

O ACOG diz que, em quase todos os casos, não é culpa da mulher, e que trabalho, exercício, estresse, brigas e relações sexuais não causam a perda.[1]

A perda gestacional é comum?

O ACOG diz que a perda precoce acontece em cerca de 10 de cada 100 gestações conhecidas.[1]

Posso engravidar de novo?

O ACOG diz que a maioria das mulheres depois tem gestações bem-sucedidas, e que a gravidez é possível já 2 semanas depois da perda.[1]

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Atualizado em 2026-10-24: primeira publicação.

Fontes

Todas as fontes foram abertas e conferidas na data indicada.

  1. American College of Obstetricians and Gynecologists. Early Pregnancy Loss. Em inglês. Conferida em 24 de outubro de 2026.
  2. Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development (NIH). About Pregnancy Loss (Before 20 Weeks of Pregnancy). Em inglês. Conferida em 24 de outubro de 2026.
  3. NHS (United Kingdom). 23 weeks pregnant guide. Em inglês. Conferida em 24 de outubro de 2026.
  4. MedlinePlus (National Library of Medicine). Miscarriage. Em inglês. Conferida em 24 de outubro de 2026.
  5. Ministério da Saúde (Brasil). SAMU 192. Conferida em 24 de outubro de 2026.
  6. Centro de Valorização da Vida (CVV). CVV – Centro de Valorização da Vida. Conferida em 24 de outubro de 2026.